Soneto a meu Anjo
Anja linda, de olhos místicos e brilhantes
Sua beleza me fascina e ilumina a alma
Ao teu lado, entorpeço-me e perco a calma
Sempre a te contemplar, a cada instante.
Anja linda, sabes o quanto és amada?
Teu corpo domina meus pensamentos
Seus lábios são o meu maior tormento
És, por certo, das mulheres, a mais desejada.
Ah, Anja!!! Sabes o quanto és linda?
E como me alegra a alma a tua vinda
Iluminando minh’alma e coração.
Anja linda... divinas és... tua alma... tua boca.
Benditos os homens que sua alma toca,
Abençoada a boca, que a tua boca beija.
*
Soneto a Ele
Senhor Deus, Todo Poderoso... és o único que sabes amar.
Pois um dia deixastes teu unigênito padecer;
Para que, num futuro, a humanidade viesse a conhecer,
Seu Amor que ultrapassa os limites e além mar.
Pai, Senhor Deus... queria poder agradar,
E quem sabe um dia vir a agradecer,
Por fazer esse ser indigno que sou, nascer...
E, até hoje, mesmo pecando, minha alma guardar.
Onipotente Senhor..., amo-te, e espero esse amor cultivar;
Para que, ao Teu lado no paraíso, possa viver...
E para sempre, do seu Amor eterno provar
Pai Santíssimo, onde vou sei que o Senhor vai estar;
Mesmo vivendo no inferno carnal, ao seu lado vou sobreviver,
E sei, que o Senhor não me abandonará e, virá me resgatar
*
Soneto ao Amor
Sentimento esquecido,
Por mim jamais vivido.
Tudo que fiz, foi ser iludido,
E tive meus sonhos perdidos...
Amei como jamais fui amado,
Me prendi a um lindo passado;
Me mantive sempre apaixonado,
Hoje, sinto-me abandonado...
Sofri por você ter partido,
Sonhando como seria se não tivesses partido,
Sem saber que há muito, havia sido esquecido...
Agora vejo que nunca esteves ao meu lado,
Nunca, de mim, havias gostado;
Entao, por quê sinto-me enganado?
*
Transições
De repente, meu mundo mudou...
Meu coração parou,
Minha alma congelou,
E meu amor... acabou...
Não, acabar não acabou,
Mas com certeza se decepcionou;
E o pranto rolou,
E só o rancor sobrou...
E assim, viverei;
Não mais amarei...,
Só assim, não sofrerei.
E assim..., sobreviverei;
E meu mundo mudarei,
E sem amor, morrerei...
*
Meu Fim
Alma vazia,
Coração gelado;
Não mais sorria,
E o amor, acabado...
Iludido vivia,
Por meu coração fui enganado;
E agora a vida ria,
Deste tolo fracassado...
Ri, vida desgraçada...
Ri, deste ser miserável,
Que só fez sonhar com a amada...
Que fim terrível levou...
Esta tola alma apaixonada,
Que só se decepcionou...
*
Soneto
De tudo que já he desejado
Nada se compara esta imensa
Vontade de ama-la de forma intensa
Como jamais eu havia amado
Se acaso perguntam-me se estou apaixonado
Digo que não é tão simples quanto pensa
Amo-a sem esperar recompensa
Amo-a desejando ser também seu amado.
E se acaso duvidas de meu sentimento
Provo-te ele a qualquer momento
Basta me dar uma oportunidade
Pois que se juntares todas as estrelas do firmamento
E conta-las – sem ressentimento,
Saberás que a amo mais que há uma eternidade.
*
Soneto II
Pode os olhos de Deus enxergar o mundo
E penetrar a carne e ver dentro do coração.
Ele, e só, sabe de minha paixão
E como ela se multiplica a cada segundo
Pode o Senhor saber de a fundo
E só Ele sabe o que me acontece então
Ele, sei disso, ama-me e não
Deixará que desista de sentimento tão profundo.
E como Ele me conhece intimamente
Sabe do Amor que tomou conta de minha mente
E apóia tal paixão, com clamor.
Sei que Ele abençoará, eternamente
Uma união tão linda, divinamente.
E jamais fará eu me separar de meu verdadeiro Amor!
Gabriel Martins
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Oração por meu Primogênito
Por Cido - Meu pai...
Escrito para mim, a noite de meu nascimento...
Orion... Nobre Orion!!!
Nesta noite, nasceu meu filho
E tu és, por infinita graça,
Glória, ou simplesmente desejo deste servo
Que roga ao Criador Supremo
A vossa assistência espiritual
Para esta semente de meu ser.
Filho... Meu filho!!!
Nesta noite, em que as estrelas brilham,
E brilham tanto mas, aquela brilha mais.
Oh! Que Deus lhe dê mais brilho, nobre Orion!
E obrigado, pela resposta ao meu pedido.
Meu filho!!! Eis teu nome:
Gabriel Martins de Souza
Honre-o...
Gabriel – Anunciador à Virgem,
Arcanjo dos três primeiros do Pai;
Sejais sempre meu filho,
Obediente e amoroso.
Filho... meu filho!!!
Do mais profundo do meu ser,
Eu te amo.
Meu primogênito – minha herdade.
Ouça sempre seus pais,
Honre o nome que teu pai lhe deu;
Perpetue vossa casa, na eternidade dos tempos.
Seja sensitivo nos ensinamentos,
Deste que teu pai invoca
Para ser guardião de vossos dias.
Oh! Nobre Orion!!!...
Vigiai para que eu próprio, porém
Não descuide jamais deste meu intento
E também honre este sacramento.
Filho... meu filho!!!
Quando fores homem feito,
Seja esta oração, selo de um juramento
Entre ti, teu pai, Orion e Deus;
Seja tua reflexão e nosso compromisso.
Obrigado meu Deus!!!...
M'Penda Assis, 15/01/86 (23:30hs)
Escrito para mim, a noite de meu nascimento...
Orion... Nobre Orion!!!
Nesta noite, nasceu meu filho
E tu és, por infinita graça,
Glória, ou simplesmente desejo deste servo
Que roga ao Criador Supremo
A vossa assistência espiritual
Para esta semente de meu ser.
Filho... Meu filho!!!
Nesta noite, em que as estrelas brilham,
E brilham tanto mas, aquela brilha mais.
Oh! Que Deus lhe dê mais brilho, nobre Orion!
E obrigado, pela resposta ao meu pedido.
Meu filho!!! Eis teu nome:
Gabriel Martins de Souza
Honre-o...
Gabriel – Anunciador à Virgem,
Arcanjo dos três primeiros do Pai;
Sejais sempre meu filho,
Obediente e amoroso.
Filho... meu filho!!!
Do mais profundo do meu ser,
Eu te amo.
Meu primogênito – minha herdade.
Ouça sempre seus pais,
Honre o nome que teu pai lhe deu;
Perpetue vossa casa, na eternidade dos tempos.
Seja sensitivo nos ensinamentos,
Deste que teu pai invoca
Para ser guardião de vossos dias.
Oh! Nobre Orion!!!...
Vigiai para que eu próprio, porém
Não descuide jamais deste meu intento
E também honre este sacramento.
Filho... meu filho!!!
Quando fores homem feito,
Seja esta oração, selo de um juramento
Entre ti, teu pai, Orion e Deus;
Seja tua reflexão e nosso compromisso.
Obrigado meu Deus!!!...
M'Penda Assis, 15/01/86 (23:30hs)
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Tempo para Amar
Acredito que haja tempo para tudo..
Disso eu tenho certeza...
Ha tempo para nascer...
Tempo para aprender a viver...
Tempo para crescer...
Tempo para aprender a Amar..
Mas nao existe tempo para se Amar...
A gente simplesmente Ama...
Pode ser por um olhar de um minuto...
Um beijo de várias horas...
Uma transa de uma noite...
Ate um amigo de anos...
A gente aprende a amar...
E nao ha nenhuma regra que diga quando voce pode amar...
Vc simplesmente ama...
É isso que eu acredito..
E que... infelizmente...
Ou felizmente...
O Amor...
Quando é de verdade...
Nem sempre é um jardim florido num dia de sol de primavera...
Mas às vezes...
Também é uma fria noite de inverno...
Onde a falta do corpo da pessoa amada...
Arde nao só na pele...
Mas também no coração...
Gabriel Martins
{{Durante um papo pelo MSN com uma amiga que descobriu o Amor de uma forma repentina... e está vivendo um dos melhores momentos de sua vida... Querida Aischan... este é para voce...}}
Disso eu tenho certeza...
Ha tempo para nascer...
Tempo para aprender a viver...
Tempo para crescer...
Tempo para aprender a Amar..
Mas nao existe tempo para se Amar...
A gente simplesmente Ama...
Pode ser por um olhar de um minuto...
Um beijo de várias horas...
Uma transa de uma noite...
Ate um amigo de anos...
A gente aprende a amar...
E nao ha nenhuma regra que diga quando voce pode amar...
Vc simplesmente ama...
É isso que eu acredito..
E que... infelizmente...
Ou felizmente...
O Amor...
Quando é de verdade...
Nem sempre é um jardim florido num dia de sol de primavera...
Mas às vezes...
Também é uma fria noite de inverno...
Onde a falta do corpo da pessoa amada...
Arde nao só na pele...
Mas também no coração...
Gabriel Martins
{{Durante um papo pelo MSN com uma amiga que descobriu o Amor de uma forma repentina... e está vivendo um dos melhores momentos de sua vida... Querida Aischan... este é para voce...}}
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
A Besta
Na masmorra fédida, escura e fria
Iluminada pela tenue luz do luar
Acorrentada... e seu sangue escorria
A Besta... está com seu pranto a derramar...
Verte lágrimas de tristeza e rancor...
E a Lua... sua a amante... a lhe observar...
Chora a besta, pelo seu impossivel amor...
Em suas garras, o simbolo de seu intimo sentimento...
Entre copiosas lágrimas, olha a delicada flor...
Uma rosa rara... destas que so se encontra no firmamento...
Onde ela vê refletiva a face do bem amado...
Tão bela quanto em seus ultimos momentos...
A Fera... sequiosa de jamais esquecer o passado...
Vê na Lua o conforto para sua torturada alma...
E ela... vê do alto... um coração rejeitado...
E a Lua a Fera conforta e lhe dá calma...
Ouve o rogo de piedade da temivel fera...
Reza com ela por um conforto a sofrida alma...
Doce Lua... que um amor assim já tivera...
Compadecesse com a afliação da terrivel Besta...
Relembrando da historia de amor que ja vivera...
A Fera... a bailar com sua Bela... no grande salao de festas...
Com mil velas e lhes iluminar o romance...
Ao fundo... o som melodioso da imensa orquestra...
A Bela... rodopia e volta ao seu alcance...
Sorrindo como seu o mundo nao existisse...
E a Fera... observa e deixa que a Bela dance...
Na Rosa... a lembrança da voz que disse:
- Com voce... ficarei eternamente...
O eco em sua mente... soa como se o invadisse...
Eternamente... Eternamente... Eternamente... Mente!!!!
Bem como chegaste... partistes sem dizer adeus...
Deixando na Fera o tormento em seu coração e mente...
Olha pro seu... Roga por Deus...
Olha pra Lua... refletindo o sonhos perdidos...
Olha pra Rosa... pétala a pétala do sonho que ja foi seu...
Nas grades... marcadas de seu coração partido...
Nas paredes... sombras de uma Fera derrotada...
Nos chãos... gotas de sangue de uma amor ferido...
Chora a besta apaixonada...
Pela dama em seu coração...
Caem as pétalas, cada a cada...
É a dor da paixão...
Gabriel Martins
Iluminada pela tenue luz do luar
Acorrentada... e seu sangue escorria
A Besta... está com seu pranto a derramar...
Verte lágrimas de tristeza e rancor...
E a Lua... sua a amante... a lhe observar...
Chora a besta, pelo seu impossivel amor...
Em suas garras, o simbolo de seu intimo sentimento...
Entre copiosas lágrimas, olha a delicada flor...
Uma rosa rara... destas que so se encontra no firmamento...
Onde ela vê refletiva a face do bem amado...
Tão bela quanto em seus ultimos momentos...
A Fera... sequiosa de jamais esquecer o passado...
Vê na Lua o conforto para sua torturada alma...
E ela... vê do alto... um coração rejeitado...
E a Lua a Fera conforta e lhe dá calma...
Ouve o rogo de piedade da temivel fera...
Reza com ela por um conforto a sofrida alma...
Doce Lua... que um amor assim já tivera...
Compadecesse com a afliação da terrivel Besta...
Relembrando da historia de amor que ja vivera...
A Fera... a bailar com sua Bela... no grande salao de festas...
Com mil velas e lhes iluminar o romance...
Ao fundo... o som melodioso da imensa orquestra...
A Bela... rodopia e volta ao seu alcance...
Sorrindo como seu o mundo nao existisse...
E a Fera... observa e deixa que a Bela dance...
Na Rosa... a lembrança da voz que disse:
- Com voce... ficarei eternamente...
O eco em sua mente... soa como se o invadisse...
Eternamente... Eternamente... Eternamente... Mente!!!!
Bem como chegaste... partistes sem dizer adeus...
Deixando na Fera o tormento em seu coração e mente...
Olha pro seu... Roga por Deus...
Olha pra Lua... refletindo o sonhos perdidos...
Olha pra Rosa... pétala a pétala do sonho que ja foi seu...
Nas grades... marcadas de seu coração partido...
Nas paredes... sombras de uma Fera derrotada...
Nos chãos... gotas de sangue de uma amor ferido...
Chora a besta apaixonada...
Pela dama em seu coração...
Caem as pétalas, cada a cada...
É a dor da paixão...
Gabriel Martins
sábado, 24 de janeiro de 2009
Amar voce...
Amar voce...
é amar o sol...
e o seu calor...
seu brilho...
sua magnitude...
Amar voce...
é amar a lua...
sua magia...
seu mistério...
sua radiação...
Amar voce...
é amar o oceano...
sua beleza..
sua calmaria...
sua tempestade...
Amar voce...
é amar o céu...
sua infinitude...
seu esplendor...
sua vastidão...
Amar voce...
é amar a terra...
sua riqueza...
sua fertilidade...
sua vida...
Amar voce...
é amar a rosa...
sua forma...
seu perfume...
sua sensualidade...
Amar voce...
é simplesmente...
amar...
É despertar o melhor de mim...
e espantar todo o mal...
É o encontro de Eros...
Com Philos...
E Ágape...
É como amar o todo...
e esquecer o nada...
Amar voce...
é tudo!!
Gabriel Martins
é amar o sol...
e o seu calor...
seu brilho...
sua magnitude...
Amar voce...
é amar a lua...
sua magia...
seu mistério...
sua radiação...
Amar voce...
é amar o oceano...
sua beleza..
sua calmaria...
sua tempestade...
Amar voce...
é amar o céu...
sua infinitude...
seu esplendor...
sua vastidão...
Amar voce...
é amar a terra...
sua riqueza...
sua fertilidade...
sua vida...
Amar voce...
é amar a rosa...
sua forma...
seu perfume...
sua sensualidade...
Amar voce...
é simplesmente...
amar...
É despertar o melhor de mim...
e espantar todo o mal...
É o encontro de Eros...
Com Philos...
E Ágape...
É como amar o todo...
e esquecer o nada...
Amar voce...
é tudo!!
Gabriel Martins
Brincando com as palavras...
Gostaria de agraciá-los com uma grande e gentil galeria de genuinos gestos de minha persona,
Antes, porem, agradeço a vós, amigos, que ante a ascensão de tal apresentação, anima-se em aguardar,
Bondosamente e de boa alma, buscando brilhantemente entre becos e blocos, um "bocadinho" de mim,
Rindo e se retorcendo de raiva, pois rente a rimas tão ridiculas, não resisti se ri ou nao ri e,
Indo contra seu impeto de se irar com tao insignificante imagem, deste idiota que os faz ilhas,
E estando em estado de estante e mais, esgotados por estas escritas tao excentricas,
Lêem e libertam suas loucas ideias, levando o lapis as linhas do livro e levam-se pela loucura das loucuras.
Gabriel Martins
Uma brincadeira sem sentido que resolvi fazer depois de assistir a apresentação do V, a jovem Evey, após salvá-la de um grupo de oficiais do governo.
Leia o trecho do filme:
"- Quem é voce?
- Quem? Quem é so a forma que deve ter um porque... E o que eu sou é um homem de máscara...
- Isso eu já notei...
- É claro que já! Não questionei seus poderes de observação... Apenas enfatizei o paradoxo de perguntar a um mascarado, quem ele é.
- Ah... ta!
- Mas... nesta noite auspiciosa, permita-me que em lugar de uma alcunha corriqueira eu sugira o caráter desta persona dramática... Voilà! A sua vista um humilde veterano Vaudevillian trajado com vestes de vítima e vilão, pelas vicissitudes do destino. Este semblante não é verniz de vaidade, é um vestígio de vox populi, agora vazia e esvaecida! Porém, nesta valorosa visitação de uma vexação passada se encontra vivificada e fez um voto de vencer os vermes, veraz e violentos que se valem do vício e valorizam e violação violenta depravada e voraz da vontade!!!
O único veredicto é a vingança. A Vendetta tida como votiva e não por vaidade pois o valor e a veracidade de tal deve um dia vindicar o vigilante e o virtuoso.
Hahahaha... verdade como esta vivida verborragia já se pos mais verboso. Permita que eu acrescente que é uma honra pra mim conhece-la e a senhorita pode me chamar de V.
- Você é algum insano?
- Tenho certeza que dirão isso... Mas com quem tenho o prazer de falar?
- Me chamo Evey.
- Evey? E-vey... só podia ser...
- O que quer dizer?
- Quero dizer que eu, assim como Deus, não jogo dados e não acredito em coincidências... Está ferida?
- Não... estou bem... Graças a você!
- Ah... eu só fiz a minha parte... Mas diga-me, você gosta de música?"
...
Antes, porem, agradeço a vós, amigos, que ante a ascensão de tal apresentação, anima-se em aguardar,
Bondosamente e de boa alma, buscando brilhantemente entre becos e blocos, um "bocadinho" de mim,
Rindo e se retorcendo de raiva, pois rente a rimas tão ridiculas, não resisti se ri ou nao ri e,
Indo contra seu impeto de se irar com tao insignificante imagem, deste idiota que os faz ilhas,
E estando em estado de estante e mais, esgotados por estas escritas tao excentricas,
Lêem e libertam suas loucas ideias, levando o lapis as linhas do livro e levam-se pela loucura das loucuras.
Gabriel Martins
Uma brincadeira sem sentido que resolvi fazer depois de assistir a apresentação do V, a jovem Evey, após salvá-la de um grupo de oficiais do governo.
Leia o trecho do filme:
"- Quem é voce?
- Quem? Quem é so a forma que deve ter um porque... E o que eu sou é um homem de máscara...
- Isso eu já notei...
- É claro que já! Não questionei seus poderes de observação... Apenas enfatizei o paradoxo de perguntar a um mascarado, quem ele é.
- Ah... ta!
- Mas... nesta noite auspiciosa, permita-me que em lugar de uma alcunha corriqueira eu sugira o caráter desta persona dramática... Voilà! A sua vista um humilde veterano Vaudevillian trajado com vestes de vítima e vilão, pelas vicissitudes do destino. Este semblante não é verniz de vaidade, é um vestígio de vox populi, agora vazia e esvaecida! Porém, nesta valorosa visitação de uma vexação passada se encontra vivificada e fez um voto de vencer os vermes, veraz e violentos que se valem do vício e valorizam e violação violenta depravada e voraz da vontade!!!
O único veredicto é a vingança. A Vendetta tida como votiva e não por vaidade pois o valor e a veracidade de tal deve um dia vindicar o vigilante e o virtuoso.
Hahahaha... verdade como esta vivida verborragia já se pos mais verboso. Permita que eu acrescente que é uma honra pra mim conhece-la e a senhorita pode me chamar de V.
- Você é algum insano?
- Tenho certeza que dirão isso... Mas com quem tenho o prazer de falar?
- Me chamo Evey.
- Evey? E-vey... só podia ser...
- O que quer dizer?
- Quero dizer que eu, assim como Deus, não jogo dados e não acredito em coincidências... Está ferida?
- Não... estou bem... Graças a você!
- Ah... eu só fiz a minha parte... Mas diga-me, você gosta de música?"
...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Ao Poeta
para Gabriel Martins
Fórmulas, criptas separadas por véus,
a andança mata aos poucos,
mortalhas cheiram a sangue, visco, dinheiro...
As oportunidades se alheiam,
tornam-se súmulas, discursos ocos,
o aparato da instituição,
a separação fria, o cantil dos bestiais loucos,
a dança fria e vazia do capital cego, escroto,
a ânsia saudosa entre amigos, vida, sorriso;
e poesia.
Pouco visto, perambula o poeta,
solto,
indeciso, perambula o poeta,
(morto),
sem sorriso, perambula o poeta,
pouco
a pouco,
perambula o poeta, envolto
em tristezas não passageiras,
em visões futurísticas incertas,
em perspectivas do pouco,
em minguar corações e festas,
e partir-se-lhe amor aos poucos,
ao poeta,
pouco a pouco,
dama incerta se apresenta,
de mentiras o infesta,
e ele sorri,
perambula, sorri, sorri, perambula, o poeta,
corre atalhos antropológicos,
é poesia solta,
é desconexo,
é incerto,
é complexo,
e louco, recomposto, disposto,
camufla-se em humano, o não-déspota,
e a poetizar poesia em troco,
vive-se pouco a pouco, a ser poeta...
Luiz Santiago
{Presente de aniversário de 22 anos do Mestre Poeta e Amigo Luiz Santiago}
Fórmulas, criptas separadas por véus,
a andança mata aos poucos,
mortalhas cheiram a sangue, visco, dinheiro...
As oportunidades se alheiam,
tornam-se súmulas, discursos ocos,
o aparato da instituição,
a separação fria, o cantil dos bestiais loucos,
a dança fria e vazia do capital cego, escroto,
a ânsia saudosa entre amigos, vida, sorriso;
e poesia.
Pouco visto, perambula o poeta,
solto,
indeciso, perambula o poeta,
(morto),
sem sorriso, perambula o poeta,
pouco
a pouco,
perambula o poeta, envolto
em tristezas não passageiras,
em visões futurísticas incertas,
em perspectivas do pouco,
em minguar corações e festas,
e partir-se-lhe amor aos poucos,
ao poeta,
pouco a pouco,
dama incerta se apresenta,
de mentiras o infesta,
e ele sorri,
perambula, sorri, sorri, perambula, o poeta,
corre atalhos antropológicos,
é poesia solta,
é desconexo,
é incerto,
é complexo,
e louco, recomposto, disposto,
camufla-se em humano, o não-déspota,
e a poetizar poesia em troco,
vive-se pouco a pouco, a ser poeta...
Luiz Santiago
{Presente de aniversário de 22 anos do Mestre Poeta e Amigo Luiz Santiago}
Tolos
Tolos homens que nao sabem amar...
Tolas as mulheres que amam demais.
Tolos aqueles que sabem amar demais...
Não, não...
Tolos aqueles que amam amar, mesmo que seja para não serem amados...
Que não saboreiam o doce sabor dos devaneios
E que por anseios da cabeça e do coração...
E em um impulso perdido deixam escapar... assim... sem querer o “eu te amo”
Tolos aqueles que acreditam no amor
Tolas almas que ainda creem neste sentimento
Este sentimento tao lindo e puro
Forte e excitante
Animal e devastador...
Tolos os que sonham...
Os que amam...
E sobretudo...os que escrevem...amantes da alma....
Tolos poetas que acham que compreendem o amor
Eu e voce...
Nao passamos de Tolos tambem...
Somos dois tolos que sabem o que é o amor...
Que acreditam nele
Mesmo sabendo que no final...
So vamos sofrer...
Porque isso?
“Amar e padecer no paraiso...”
Concordo com Renato Russo naquela musica...
“Qm inventou o amor... explica por favor...”
Adriana Barbeiro e Gabriel Martins
{Escrito com uma amiga muito especial... em uma conversa no MSN... Lakita... Obrigado por tudo... Te Adoro!!!}
Tolas as mulheres que amam demais.
Tolos aqueles que sabem amar demais...
Não, não...
Tolos aqueles que amam amar, mesmo que seja para não serem amados...
Que não saboreiam o doce sabor dos devaneios
E que por anseios da cabeça e do coração...
E em um impulso perdido deixam escapar... assim... sem querer o “eu te amo”
Tolos aqueles que acreditam no amor
Tolas almas que ainda creem neste sentimento
Este sentimento tao lindo e puro
Forte e excitante
Animal e devastador...
Tolos os que sonham...
Os que amam...
E sobretudo...os que escrevem...amantes da alma....
Tolos poetas que acham que compreendem o amor
Eu e voce...
Nao passamos de Tolos tambem...
Somos dois tolos que sabem o que é o amor...
Que acreditam nele
Mesmo sabendo que no final...
So vamos sofrer...
Porque isso?
“Amar e padecer no paraiso...”
Concordo com Renato Russo naquela musica...
“Qm inventou o amor... explica por favor...”
Adriana Barbeiro e Gabriel Martins
{Escrito com uma amiga muito especial... em uma conversa no MSN... Lakita... Obrigado por tudo... Te Adoro!!!}
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Obrigado...
Obrigado...
Pelos sorrisos...
Pelos dias felizes...
Pelas risadas...
Pelas lagrimas roladas...
Obrigado...
Por cada conselho...
Por cada palavra...
Por todas broncas...
Por todos os momentos...
Obrigado...
A cada abraços apertado...
A cada carinho dado...
A todos os olhares cruzados...
A todos os beijos trocados...
Obrigado...
Por seu amor...
Por seu carinho...
Pela sua paixão...
Pela sua amizade...
E Obrigado...
Por cada dia de felicidade...
Pelos sonhos para toda eternidade...
Por me ensinar a amar...
E pela lembrança que sempre existirá...
(Gabriel Martins)
{À uma mulher que não só é uma grande amiga... mas é aquela que me ensinou a Amar... Como diria o Poeta... "Que nao seja imortal... Posto que é chama... Mas que seja infinito, enquanto dure"...}
Pelos sorrisos...
Pelos dias felizes...
Pelas risadas...
Pelas lagrimas roladas...
Obrigado...
Por cada conselho...
Por cada palavra...
Por todas broncas...
Por todos os momentos...
Obrigado...
A cada abraços apertado...
A cada carinho dado...
A todos os olhares cruzados...
A todos os beijos trocados...
Obrigado...
Por seu amor...
Por seu carinho...
Pela sua paixão...
Pela sua amizade...
E Obrigado...
Por cada dia de felicidade...
Pelos sonhos para toda eternidade...
Por me ensinar a amar...
E pela lembrança que sempre existirá...
(Gabriel Martins)
{À uma mulher que não só é uma grande amiga... mas é aquela que me ensinou a Amar... Como diria o Poeta... "Que nao seja imortal... Posto que é chama... Mas que seja infinito, enquanto dure"...}
Bailemos
Bailemos ao ritmo da melodia...
Um brinde,
À uma mulher extraordinária...
Bela, forte, determinada...
À ela...
Anjo de Luz, abençoada...
Bailemos...
A música dos vitoriosos...
Ao som de harpas e flautas...
Pulemos...
Por rios e florestas...
Cantando... dançando... festejando...
Bailemos...
Brindemos...
À mais uma Primavera de Hera...
Brindemos...
Com Paco a conduzir a festa...
Bailemos...
E as ninfas dançam nuas a beira mar...
Bailemos...
Comemorando outra abençoada aurora...
Brindemos...
À mãe amiga... amiga mãe...
Só à amiga... ou só a mãe...
Bailemos...
A valsa da vida agraciada...
Oremos...
Em nome daquela que nos ilumina...
Brindemos...
À tú...
Amiga... mãe... companheira...
À tú...
Força... razão... caminho...
Brindemos...
E bailemos...
No Olimpo as músicas estão a tocar...
Os Deuses a festejar...
As Musas a cantar...
E a ti homenagear...
Bailemos...
Brindemos...
À tua caminhada...
Mais um dia de jornada...
E às milhares de léguas a serem caminhadas...
À tú...
Gabriel Martins
{Para uma Amiga muito Especial... Obrigado Rê!}
Um brinde,
À uma mulher extraordinária...
Bela, forte, determinada...
À ela...
Anjo de Luz, abençoada...
Bailemos...
A música dos vitoriosos...
Ao som de harpas e flautas...
Pulemos...
Por rios e florestas...
Cantando... dançando... festejando...
Bailemos...
Brindemos...
À mais uma Primavera de Hera...
Brindemos...
Com Paco a conduzir a festa...
Bailemos...
E as ninfas dançam nuas a beira mar...
Bailemos...
Comemorando outra abençoada aurora...
Brindemos...
À mãe amiga... amiga mãe...
Só à amiga... ou só a mãe...
Bailemos...
A valsa da vida agraciada...
Oremos...
Em nome daquela que nos ilumina...
Brindemos...
À tú...
Amiga... mãe... companheira...
À tú...
Força... razão... caminho...
Brindemos...
E bailemos...
No Olimpo as músicas estão a tocar...
Os Deuses a festejar...
As Musas a cantar...
E a ti homenagear...
Bailemos...
Brindemos...
À tua caminhada...
Mais um dia de jornada...
E às milhares de léguas a serem caminhadas...
À tú...
Gabriel Martins
{Para uma Amiga muito Especial... Obrigado Rê!}
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